All The Waters Of The Earth Turn To Blood
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Apocalíptico desde os primeiros segundos da primeira faixa, os The Body sabem como comunicar desespero como poucas outras bandas. Através de actos corais, há uma sensação de apocalipse iminente na melancolia proferida pelas vozes do primeiro tema, premonição do que aí vem, subvertendo o divino ao infernal. "Negative mental attitude", ou uma visão pessimista sobre o mundo é o que esta banda, prolífica volvida vários anos (este é apenas o segundo disco deles e o primeiro em quase uma década), gosta de pregar. Os coros aguentam-se durante sete longos minutos na sua totalidade, antes de uma enchente de feedback assaltar os ouvidos enquanto longos, desesperados gritos assombram a paisagem com os coros ainda ao fundo. Doom metal rígido, soturno, que nos puxa para o seu abismo sem qualquer aviso prévio, qual jumpscare cinemático. "A Curse" já mostra produção mais contemporânea no que ao metal diz respeito, com bateria hiper-comprimida a criar abalos a cada tocar-de-tarola, acelerando o tempo mais pelo fim da faixa, alinhando-se com os esforços mais sludgy a saírem do contínuo do metal. "Empty Hearth" conta com throat singing, feedbacks agudos, perfurantes, os mesmos berros ininteligíveis e carregados de dor que encontramos em todas as faixas e com um twist de produção, com erros sonoros, glitches a assombrarem a faixa de quando em quando, qual vírus que se vai mutando com o rolar dos instrumentos - sendo o throat singing o maior alvo destes truques de produção. Tudo isto consolida The Body como dos projectos de metal mais originais das últimas décadas, metendo o ouvinte em confronto com as suas próprias expectativas no que a uma banda de metal dizem respeito.
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Apocalíptico desde os primeiros segundos da primeira faixa, os The Body sabem como comunicar desespero como poucas outras bandas. Através de actos corais, há uma sensação de apocalipse iminente na melancolia proferida pelas vozes do primeiro tema, premonição do que aí vem, subvertendo o divino ao infernal. "Negative mental attitude", ou uma visão pessimista sobre o mundo é o que esta banda, prolífica volvida vários anos (este é apenas o segundo disco deles e o primeiro em quase uma década), gosta de pregar. Os coros aguentam-se durante sete longos minutos na sua totalidade, antes de uma enchente de feedback assaltar os ouvidos enquanto longos, desesperados gritos assombram a paisagem com os coros ainda ao fundo. Doom metal rígido, soturno, que nos puxa para o seu abismo sem qualquer aviso prévio, qual jumpscare cinemático. "A Curse" já mostra produção mais contemporânea no que ao metal diz respeito, com bateria hiper-comprimida a criar abalos a cada tocar-de-tarola, acelerando o tempo mais pelo fim da faixa, alinhando-se com os esforços mais sludgy a saírem do contínuo do metal. "Empty Hearth" conta com throat singing, feedbacks agudos, perfurantes, os mesmos berros ininteligíveis e carregados de dor que encontramos em todas as faixas e com um twist de produção, com erros sonoros, glitches a assombrarem a faixa de quando em quando, qual vírus que se vai mutando com o rolar dos instrumentos - sendo o throat singing o maior alvo destes truques de produção. Tudo isto consolida The Body como dos projectos de metal mais originais das últimas décadas, metendo o ouvinte em confronto com as suas próprias expectativas no que a uma banda de metal dizem respeito.
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Apocalíptico desde os primeiros segundos da primeira faixa, os The Body sabem como comunicar desespero como poucas outras bandas. Através de actos corais, há uma sensação de apocalipse iminente na melancolia proferida pelas vozes do primeiro tema, premonição do que aí vem, subvertendo o divino ao infernal. "Negative mental attitude", ou uma visão pessimista sobre o mundo é o que esta banda, prolífica volvida vários anos (este é apenas o segundo disco deles e o primeiro em quase uma década), gosta de pregar. Os coros aguentam-se durante sete longos minutos na sua totalidade, antes de uma enchente de feedback assaltar os ouvidos enquanto longos, desesperados gritos assombram a paisagem com os coros ainda ao fundo. Doom metal rígido, soturno, que nos puxa para o seu abismo sem qualquer aviso prévio, qual jumpscare cinemático. "A Curse" já mostra produção mais contemporânea no que ao metal diz respeito, com bateria hiper-comprimida a criar abalos a cada tocar-de-tarola, acelerando o tempo mais pelo fim da faixa, alinhando-se com os esforços mais sludgy a saírem do contínuo do metal. "Empty Hearth" conta com throat singing, feedbacks agudos, perfurantes, os mesmos berros ininteligíveis e carregados de dor que encontramos em todas as faixas e com um twist de produção, com erros sonoros, glitches a assombrarem a faixa de quando em quando, qual vírus que se vai mutando com o rolar dos instrumentos - sendo o throat singing o maior alvo destes truques de produção. Tudo isto consolida The Body como dos projectos de metal mais originais das últimas décadas, metendo o ouvinte em confronto com as suas próprias expectativas no que a uma banda de metal dizem respeito.











