Té De Flores Silvestres
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Colaboração com o fotógrafo belga Michael Roemers, Federico Durand regista aqui mais um bonito sonho em que mescla a combustão entre ambient, electrónica e field recordings. O maior elogio – e não é pouco – que se pode fazer da música de Durand é de que cria música que nos ouve. Dito de outra forma, parece estar presente, eleva-se para lá da procura concreta de uma ideia de som e cria as melodias que estamos à procura numa sucessão de frase sonoras. Há uma lógica associada a isto, mas preferimos a ideia de intuição, como se ouvinte e som seguissem de mãos dadas, por melodias simples que desencantam o deleite nas mais pequenas coisas. No fundo, é feita de coisas simples, sente-se como natural e anda em cima do fio entre a realidade e o sonho: pensem nisto como o shoegaze da música ambient, com todas as implicações disso. “Té De Flores Silvestres” ouve-se e ouve-nos. De uma delicadeza profunda e uma boa companhia para pingos de chuva.
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Colaboração com o fotógrafo belga Michael Roemers, Federico Durand regista aqui mais um bonito sonho em que mescla a combustão entre ambient, electrónica e field recordings. O maior elogio – e não é pouco – que se pode fazer da música de Durand é de que cria música que nos ouve. Dito de outra forma, parece estar presente, eleva-se para lá da procura concreta de uma ideia de som e cria as melodias que estamos à procura numa sucessão de frase sonoras. Há uma lógica associada a isto, mas preferimos a ideia de intuição, como se ouvinte e som seguissem de mãos dadas, por melodias simples que desencantam o deleite nas mais pequenas coisas. No fundo, é feita de coisas simples, sente-se como natural e anda em cima do fio entre a realidade e o sonho: pensem nisto como o shoegaze da música ambient, com todas as implicações disso. “Té De Flores Silvestres” ouve-se e ouve-nos. De uma delicadeza profunda e uma boa companhia para pingos de chuva.
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Colaboração com o fotógrafo belga Michael Roemers, Federico Durand regista aqui mais um bonito sonho em que mescla a combustão entre ambient, electrónica e field recordings. O maior elogio – e não é pouco – que se pode fazer da música de Durand é de que cria música que nos ouve. Dito de outra forma, parece estar presente, eleva-se para lá da procura concreta de uma ideia de som e cria as melodias que estamos à procura numa sucessão de frase sonoras. Há uma lógica associada a isto, mas preferimos a ideia de intuição, como se ouvinte e som seguissem de mãos dadas, por melodias simples que desencantam o deleite nas mais pequenas coisas. No fundo, é feita de coisas simples, sente-se como natural e anda em cima do fio entre a realidade e o sonho: pensem nisto como o shoegaze da música ambient, com todas as implicações disso. “Té De Flores Silvestres” ouve-se e ouve-nos. De uma delicadeza profunda e uma boa companhia para pingos de chuva.











