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Frantz!

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Frantz!

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Em 1997, Ramon Bauer e Andi Pieper lançavam "Frantz" pela Mego, cimentando a posição da editora num circuito de música electrónica livre que se afastava de regiões muito demarcadas. Inspiração em techno mas também em experiências de ruído mais ligadas à cena industrial, no caso de General Magic. "Frantz" avança sem objectivo previamente definido, recolhendo impressões e traduzindo-as no momento, criando um híbrido que, a espaços, ajudou a definir uma nova música de clube (talvez seja exagerado chamar-lhe "de dança"). O álbum habita o seu próprio tempo e espaço, em abstracção que não repudia groove, raramente tocando um nível de intensidade capaz de alienar o ouvinte. O som encontra-se datado se considerarem importante apenas o software usado na época. De outro modo, o disco é também híbrido pela imagem de transição que transmite entre a produção analógica e digital. Forte, surreal, ainda comunicativo com pessoas do século 21.

$10.97

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Em 1997, Ramon Bauer e Andi Pieper lançavam "Frantz" pela Mego, cimentando a posição da editora num circuito de música electrónica livre que se afastava de regiões muito demarcadas. Inspiração em techno mas também em experiências de ruído mais ligadas à cena industrial, no caso de General Magic. "Frantz" avança sem objectivo previamente definido, recolhendo impressões e traduzindo-as no momento, criando um híbrido que, a espaços, ajudou a definir uma nova música de clube (talvez seja exagerado chamar-lhe "de dança"). O álbum habita o seu próprio tempo e espaço, em abstracção que não repudia groove, raramente tocando um nível de intensidade capaz de alienar o ouvinte. O som encontra-se datado se considerarem importante apenas o software usado na época. De outro modo, o disco é também híbrido pela imagem de transição que transmite entre a produção analógica e digital. Forte, surreal, ainda comunicativo com pessoas do século 21.