Good Kid, m.A.A.d City
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O ambicioso arco narrativo que enforma "good kid" é a pedra de toque de um disco, cujo autenticidade autobiográfica ecoa talvez os primeiros álbuns de Kanye West. Mas o que o autor de "College Dropout" fez em vários discos, Kendrick Lamar consegue num só (ao estilo clássico): dar conta da sua jornada, desde a infância, convidando-nos a crescer com ele e a conhecer os recantos da sua adolescência e idade adulta. Não é pois leviano o subtítulo "A Short Film by Kendrick Lamar" - o fio condutor do disco é cristalino e facilmente conseguimos dividi-lo em três actos. As mensagens de voice mail da sua mãe, que no início pede para Lamar lhe devolver o carro e que no final, em "Real", diz "If I don't hear from you by tomorrow, I hope you come back and learn from your mistakes. Come back a man..." são a cola cósmica que une esses actos sob a égide da família, lhes dá corpo e força. Tudo aliado a virtuosismo lírico, beats explosivos e à presença de referências musicais do passado como Dr. Dre ou Justin Blaze, os elementos mais uncanny deste segundo álbum de Lamar, porque deslocados no tempo e... no sítio certo.
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O ambicioso arco narrativo que enforma "good kid" é a pedra de toque de um disco, cujo autenticidade autobiográfica ecoa talvez os primeiros álbuns de Kanye West. Mas o que o autor de "College Dropout" fez em vários discos, Kendrick Lamar consegue num só (ao estilo clássico): dar conta da sua jornada, desde a infância, convidando-nos a crescer com ele e a conhecer os recantos da sua adolescência e idade adulta. Não é pois leviano o subtítulo "A Short Film by Kendrick Lamar" - o fio condutor do disco é cristalino e facilmente conseguimos dividi-lo em três actos. As mensagens de voice mail da sua mãe, que no início pede para Lamar lhe devolver o carro e que no final, em "Real", diz "If I don't hear from you by tomorrow, I hope you come back and learn from your mistakes. Come back a man..." são a cola cósmica que une esses actos sob a égide da família, lhes dá corpo e força. Tudo aliado a virtuosismo lírico, beats explosivos e à presença de referências musicais do passado como Dr. Dre ou Justin Blaze, os elementos mais uncanny deste segundo álbum de Lamar, porque deslocados no tempo e... no sítio certo.
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O ambicioso arco narrativo que enforma "good kid" é a pedra de toque de um disco, cujo autenticidade autobiográfica ecoa talvez os primeiros álbuns de Kanye West. Mas o que o autor de "College Dropout" fez em vários discos, Kendrick Lamar consegue num só (ao estilo clássico): dar conta da sua jornada, desde a infância, convidando-nos a crescer com ele e a conhecer os recantos da sua adolescência e idade adulta. Não é pois leviano o subtítulo "A Short Film by Kendrick Lamar" - o fio condutor do disco é cristalino e facilmente conseguimos dividi-lo em três actos. As mensagens de voice mail da sua mãe, que no início pede para Lamar lhe devolver o carro e que no final, em "Real", diz "If I don't hear from you by tomorrow, I hope you come back and learn from your mistakes. Come back a man..." são a cola cósmica que une esses actos sob a égide da família, lhes dá corpo e força. Tudo aliado a virtuosismo lírico, beats explosivos e à presença de referências musicais do passado como Dr. Dre ou Justin Blaze, os elementos mais uncanny deste segundo álbum de Lamar, porque deslocados no tempo e... no sítio certo.











