Lolita
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A música de Inga Copeland vive num bonito limbo. A existência pós-Hype Williams tem sido muitíssimo relevante e talvez seja através dela que se encontra a linha que une grime, música concreta e aventuras intensamente abstractas no campeonato da música de dança. A sua existência enquanto Lolina tem proporcionado experiências que desafiam o elemento sónico da música de dança com o noise e é maravilhoso como tem evoluído em cada lançamento. O seu álbum ao vivo em Paris, editado em 2016, é uma poderosa demonstração disso e as três faixas presentes neste “Lolita” são um corredor de ideias que urgem digerir. Absolutamente essencial.
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A música de Inga Copeland vive num bonito limbo. A existência pós-Hype Williams tem sido muitíssimo relevante e talvez seja através dela que se encontra a linha que une grime, música concreta e aventuras intensamente abstractas no campeonato da música de dança. A sua existência enquanto Lolina tem proporcionado experiências que desafiam o elemento sónico da música de dança com o noise e é maravilhoso como tem evoluído em cada lançamento. O seu álbum ao vivo em Paris, editado em 2016, é uma poderosa demonstração disso e as três faixas presentes neste “Lolita” são um corredor de ideias que urgem digerir. Absolutamente essencial.
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A música de Inga Copeland vive num bonito limbo. A existência pós-Hype Williams tem sido muitíssimo relevante e talvez seja através dela que se encontra a linha que une grime, música concreta e aventuras intensamente abstractas no campeonato da música de dança. A sua existência enquanto Lolina tem proporcionado experiências que desafiam o elemento sónico da música de dança com o noise e é maravilhoso como tem evoluído em cada lançamento. O seu álbum ao vivo em Paris, editado em 2016, é uma poderosa demonstração disso e as três faixas presentes neste “Lolita” são um corredor de ideias que urgem digerir. Absolutamente essencial.











