Mountains
20 anos depois, "Mountains" chega-nos novamente às prateleiras. Mary Timony, já em 2000 - e depois de ter feito parte essencial da banda Autoclave - nos tinha embasbacado com as suas composições originais em piano e guitarra, cujas teclas e cordas se aliam harmoniosamente à sua voz, com alcance e poesia certeiras. Apesar de não ser lo-fi, sente-se que Mary Timony compôs tudo a partir de sua casa, pois o espírito da "bedroom pop" encontra-se muito presente na música que aqui se ouve: os ritmos samplados, o facto de ser uma "one-woman-band", a honestidade nas letras (principalmente em "Poison Moon", ou "I Fire Myself") trazem um outro nível de empatia aquando da escuta do disco. Sentimo-nos próximos dela, sem a conhecer, com a promessa de que estamos bem entregues. Um óptimo disco de pop rock independente, sugerido principalmente a fãs de Regina Spektor.
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20 anos depois, "Mountains" chega-nos novamente às prateleiras. Mary Timony, já em 2000 - e depois de ter feito parte essencial da banda Autoclave - nos tinha embasbacado com as suas composições originais em piano e guitarra, cujas teclas e cordas se aliam harmoniosamente à sua voz, com alcance e poesia certeiras. Apesar de não ser lo-fi, sente-se que Mary Timony compôs tudo a partir de sua casa, pois o espírito da "bedroom pop" encontra-se muito presente na música que aqui se ouve: os ritmos samplados, o facto de ser uma "one-woman-band", a honestidade nas letras (principalmente em "Poison Moon", ou "I Fire Myself") trazem um outro nível de empatia aquando da escuta do disco. Sentimo-nos próximos dela, sem a conhecer, com a promessa de que estamos bem entregues. Um óptimo disco de pop rock independente, sugerido principalmente a fãs de Regina Spektor.
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20 anos depois, "Mountains" chega-nos novamente às prateleiras. Mary Timony, já em 2000 - e depois de ter feito parte essencial da banda Autoclave - nos tinha embasbacado com as suas composições originais em piano e guitarra, cujas teclas e cordas se aliam harmoniosamente à sua voz, com alcance e poesia certeiras. Apesar de não ser lo-fi, sente-se que Mary Timony compôs tudo a partir de sua casa, pois o espírito da "bedroom pop" encontra-se muito presente na música que aqui se ouve: os ritmos samplados, o facto de ser uma "one-woman-band", a honestidade nas letras (principalmente em "Poison Moon", ou "I Fire Myself") trazem um outro nível de empatia aquando da escuta do disco. Sentimo-nos próximos dela, sem a conhecer, com a promessa de que estamos bem entregues. Um óptimo disco de pop rock independente, sugerido principalmente a fãs de Regina Spektor.











