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Broken Mirror: A Selfie Reflection

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Broken Mirror: A Selfie Reflection

Broken Mirror: A Selfie Reflection

Na Spacebomb Records de Matthew E. White sai o novo esforço colaborativo entre o próprio - já com um invejável catálogo de música rock, independente e sempre num flirt à música soul e psicadélica - e o artista de música improvisada Lonnie Holley. Em "Broken Mirror", a lógica é simples: música mais ou menos improvisada, esquisita, com um poder na secção de ritmo que eleva toda a performance que os músicos exploram com os seus instrumentos. Há uma ideia de weirdness, quase relativa a uma escrita automática que premeia o disco, sem que esta motivação se torne avassaladora ou a aborrecida. É musical antes de ser experimental, mas há uma ideia de vanguarda muito interessante em todos os temas - ouvem-se assobios melódicos, linhas de sintetizador fora do sítio, pads que harmonizam por baixo das linhas em órgão, e as mudanças de expressões espontâneas nos instrumentos de cordas. Disco de novas ideias, onde se fala em jazz, pop e rock sem grandes exclusividades ou devoções. Aqui, são devotos à música, sem a exigência de rótulos. Experimentações necessárias e uma ideia de "outsider", de um não-conformismo e de uma vontade de fazer diferente que já tínhamos saudades de ver apresentada a grandes públicos.

$10.36

Original: $29.59

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Na Spacebomb Records de Matthew E. White sai o novo esforço colaborativo entre o próprio - já com um invejável catálogo de música rock, independente e sempre num flirt à música soul e psicadélica - e o artista de música improvisada Lonnie Holley. Em "Broken Mirror", a lógica é simples: música mais ou menos improvisada, esquisita, com um poder na secção de ritmo que eleva toda a performance que os músicos exploram com os seus instrumentos. Há uma ideia de weirdness, quase relativa a uma escrita automática que premeia o disco, sem que esta motivação se torne avassaladora ou a aborrecida. É musical antes de ser experimental, mas há uma ideia de vanguarda muito interessante em todos os temas - ouvem-se assobios melódicos, linhas de sintetizador fora do sítio, pads que harmonizam por baixo das linhas em órgão, e as mudanças de expressões espontâneas nos instrumentos de cordas. Disco de novas ideias, onde se fala em jazz, pop e rock sem grandes exclusividades ou devoções. Aqui, são devotos à música, sem a exigência de rótulos. Experimentações necessárias e uma ideia de "outsider", de um não-conformismo e de uma vontade de fazer diferente que já tínhamos saudades de ver apresentada a grandes públicos.