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Pomegranates

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Pomegranates

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Editado originalmente em 2015, apenas em formato digital, “Pomegranates” é um duplo álbum de Nicolas Jaar quase tudo influenciado pela experiência de ver “A Cor Da Romã”, o magnífico filme-poema do arménio Sergei Parajanov. A distância de “Space Is Only Noise” e a proximidade com o seu último LP, “Sirens”, definem “Pomegranates” como um elo perdido, um ponto de ligação entre a estrutura mais aberta do primeiro com a abstração e a paixão pela electrónica mais livre do segundo. Ao todo são vinte temas em que Nicolas Jaar desenvolve uma linguagem mais íntima, por vezes até saturando essa intimidade e criando uma conexão limite com o filme: não há cor, acção, por isso tudo isso acontece com o desenrolar e vontade dos sons. De certa forma, há uma simiplicidade-limite em “Pomegranates”, uma paixão pela experimentação na abstração e a vontade de criar ritmos que façam soar: mesmo que o lado mais dança, ou comercial, de Jaar seja esquelético. Quando a abordagem é mais minimal, sente-se ainda mais isso. “Pomegranates” é uma biografia da carreira de Jaar até agora, com uma narrativa fabulosa e um encadeamento fabuloso. Temos alguns exemplares da primeira prensagem, já esgotada na fonte.

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Editado originalmente em 2015, apenas em formato digital, “Pomegranates” é um duplo álbum de Nicolas Jaar quase tudo influenciado pela experiência de ver “A Cor Da Romã”, o magnífico filme-poema do arménio Sergei Parajanov. A distância de “Space Is Only Noise” e a proximidade com o seu último LP, “Sirens”, definem “Pomegranates” como um elo perdido, um ponto de ligação entre a estrutura mais aberta do primeiro com a abstração e a paixão pela electrónica mais livre do segundo. Ao todo são vinte temas em que Nicolas Jaar desenvolve uma linguagem mais íntima, por vezes até saturando essa intimidade e criando uma conexão limite com o filme: não há cor, acção, por isso tudo isso acontece com o desenrolar e vontade dos sons. De certa forma, há uma simiplicidade-limite em “Pomegranates”, uma paixão pela experimentação na abstração e a vontade de criar ritmos que façam soar: mesmo que o lado mais dança, ou comercial, de Jaar seja esquelético. Quando a abordagem é mais minimal, sente-se ainda mais isso. “Pomegranates” é uma biografia da carreira de Jaar até agora, com uma narrativa fabulosa e um encadeamento fabuloso. Temos alguns exemplares da primeira prensagem, já esgotada na fonte.