Soundsystems At Notting Hill Carnival, 1984-1998
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Já foram ao Carnaval de Notting Hill em Londres? Não só é o maior carnaval da Europa, como é uma das maiores (senão a maior) celebração de cultura caribenha no mundo. Quem nos acompanha sabe que o nosso amor por reggae, dub, dancehall, jungle e afins é infinito. A Death is Not the End, quase que adivinhando toda a nossa paixão não só por esta editora, como por toda esta cultura, edita em cassete um conjunto de captações de campo, entre 1984 e 1988, dos soundsystems no Carnaval de Notting Hill. Demonstração precisa do que é estar lá, na ocupação de Ladbroke Grove por todos os engenheiros de sistemas de som e respectivos selectors e deejays. Em qualquer esquina, um soundsystem caseiro, DIY, com uma potência de graves bem acima da média, preparado para todos os estilos de música que definem tão bem os caribenho-britânicos. E em cada viragem, uma mudança de paradigma de som: hoje em dia vai desde o UK garage, ao jungle, dancehall e ao dub (Aba Shanti-I sendo um dos maiores nomes residentes). De 1984 a 1988, o festival tinha pouco mais de 20 anos: com a cassete da Death is Not the End, mais uma vez, podemos viajar no tempo e perceber que pouco mudou desde então. Fidelidade de som áspera, tendo em conta as limitações dos equipamentos portáteis da altura, mas de energia palpável, já que principalmente os deejays (é o nome jamaicano para MCs) são contagiantes e conseguem eficazmente animar a plateia (ouvem-se gritos, vuvuzelas - toda a intensidade do público é palpável), bem como o ouvinte em casa, no conforto das nossas quatro paredes. Na verdade, sentimo-nos como se estivéssemos lá. Uma das maiores festas no mundo, traduzida eficazmente para fita. Mais um trabalho invejável de uma das melhores editoras de arquivo que andam por aí.
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Já foram ao Carnaval de Notting Hill em Londres? Não só é o maior carnaval da Europa, como é uma das maiores (senão a maior) celebração de cultura caribenha no mundo. Quem nos acompanha sabe que o nosso amor por reggae, dub, dancehall, jungle e afins é infinito. A Death is Not the End, quase que adivinhando toda a nossa paixão não só por esta editora, como por toda esta cultura, edita em cassete um conjunto de captações de campo, entre 1984 e 1988, dos soundsystems no Carnaval de Notting Hill. Demonstração precisa do que é estar lá, na ocupação de Ladbroke Grove por todos os engenheiros de sistemas de som e respectivos selectors e deejays. Em qualquer esquina, um soundsystem caseiro, DIY, com uma potência de graves bem acima da média, preparado para todos os estilos de música que definem tão bem os caribenho-britânicos. E em cada viragem, uma mudança de paradigma de som: hoje em dia vai desde o UK garage, ao jungle, dancehall e ao dub (Aba Shanti-I sendo um dos maiores nomes residentes). De 1984 a 1988, o festival tinha pouco mais de 20 anos: com a cassete da Death is Not the End, mais uma vez, podemos viajar no tempo e perceber que pouco mudou desde então. Fidelidade de som áspera, tendo em conta as limitações dos equipamentos portáteis da altura, mas de energia palpável, já que principalmente os deejays (é o nome jamaicano para MCs) são contagiantes e conseguem eficazmente animar a plateia (ouvem-se gritos, vuvuzelas - toda a intensidade do público é palpável), bem como o ouvinte em casa, no conforto das nossas quatro paredes. Na verdade, sentimo-nos como se estivéssemos lá. Uma das maiores festas no mundo, traduzida eficazmente para fita. Mais um trabalho invejável de uma das melhores editoras de arquivo que andam por aí.
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Já foram ao Carnaval de Notting Hill em Londres? Não só é o maior carnaval da Europa, como é uma das maiores (senão a maior) celebração de cultura caribenha no mundo. Quem nos acompanha sabe que o nosso amor por reggae, dub, dancehall, jungle e afins é infinito. A Death is Not the End, quase que adivinhando toda a nossa paixão não só por esta editora, como por toda esta cultura, edita em cassete um conjunto de captações de campo, entre 1984 e 1988, dos soundsystems no Carnaval de Notting Hill. Demonstração precisa do que é estar lá, na ocupação de Ladbroke Grove por todos os engenheiros de sistemas de som e respectivos selectors e deejays. Em qualquer esquina, um soundsystem caseiro, DIY, com uma potência de graves bem acima da média, preparado para todos os estilos de música que definem tão bem os caribenho-britânicos. E em cada viragem, uma mudança de paradigma de som: hoje em dia vai desde o UK garage, ao jungle, dancehall e ao dub (Aba Shanti-I sendo um dos maiores nomes residentes). De 1984 a 1988, o festival tinha pouco mais de 20 anos: com a cassete da Death is Not the End, mais uma vez, podemos viajar no tempo e perceber que pouco mudou desde então. Fidelidade de som áspera, tendo em conta as limitações dos equipamentos portáteis da altura, mas de energia palpável, já que principalmente os deejays (é o nome jamaicano para MCs) são contagiantes e conseguem eficazmente animar a plateia (ouvem-se gritos, vuvuzelas - toda a intensidade do público é palpável), bem como o ouvinte em casa, no conforto das nossas quatro paredes. Na verdade, sentimo-nos como se estivéssemos lá. Uma das maiores festas no mundo, traduzida eficazmente para fita. Mais um trabalho invejável de uma das melhores editoras de arquivo que andam por aí.










