Agenda 21 - An Eevo Lute Compilation
OUVIR / LISTEN:
Florence - Vineyard (Moving Mix); 200 & One - Subconscious; Carl Craig - Dreamland; 2000 & One - Geometric Nature; Max 404 - Quiddity (Second Visit)
Aqueles anos de ficção científica durante a década de 90 resultaram em incontável música boa produzida na Holanda, entre Detroit e Sheffield. A singularidade do ponto de cruzamento geográfico do país significou exposição a música de todos os pontos cardeais, devidamente incorporada e reprocessada por mãos e cabeças locais. A Eevo Lute foi começada por Stefan Robbers e Wladimir M, veículo para as suas muitas produções, entrando pelo século XXI ainda com edições originais, antes da revisão dos primeiros números do catálogo em 2008. O sentimento ecológico tão urgente hoje em dia já era urgente em 93 nas palavras de Wladimir M em “Planet E”, acompanhado por um break Soul II Soul; “The Vineyard (Moving Mix)” (Florence) é poesia techno; e “Dreamland”, de Carl Craig – aqui a ligação com Planet E, a faixa de Wladimir M. mas também a editora de Craig -, diz tudo com as palavras “I’m the master…” sussurradas logo no início. Viagem estimulante por um universo de batidas desformatadas em torno da pista de dança.
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Florence - Vineyard (Moving Mix); 200 & One - Subconscious; Carl Craig - Dreamland; 2000 & One - Geometric Nature; Max 404 - Quiddity (Second Visit)
Aqueles anos de ficção científica durante a década de 90 resultaram em incontável música boa produzida na Holanda, entre Detroit e Sheffield. A singularidade do ponto de cruzamento geográfico do país significou exposição a música de todos os pontos cardeais, devidamente incorporada e reprocessada por mãos e cabeças locais. A Eevo Lute foi começada por Stefan Robbers e Wladimir M, veículo para as suas muitas produções, entrando pelo século XXI ainda com edições originais, antes da revisão dos primeiros números do catálogo em 2008. O sentimento ecológico tão urgente hoje em dia já era urgente em 93 nas palavras de Wladimir M em “Planet E”, acompanhado por um break Soul II Soul; “The Vineyard (Moving Mix)” (Florence) é poesia techno; e “Dreamland”, de Carl Craig – aqui a ligação com Planet E, a faixa de Wladimir M. mas também a editora de Craig -, diz tudo com as palavras “I’m the master…” sussurradas logo no início. Viagem estimulante por um universo de batidas desformatadas em torno da pista de dança.
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Aqueles anos de ficção científica durante a década de 90 resultaram em incontável música boa produzida na Holanda, entre Detroit e Sheffield. A singularidade do ponto de cruzamento geográfico do país significou exposição a música de todos os pontos cardeais, devidamente incorporada e reprocessada por mãos e cabeças locais. A Eevo Lute foi começada por Stefan Robbers e Wladimir M, veículo para as suas muitas produções, entrando pelo século XXI ainda com edições originais, antes da revisão dos primeiros números do catálogo em 2008. O sentimento ecológico tão urgente hoje em dia já era urgente em 93 nas palavras de Wladimir M em “Planet E”, acompanhado por um break Soul II Soul; “The Vineyard (Moving Mix)” (Florence) é poesia techno; e “Dreamland”, de Carl Craig – aqui a ligação com Planet E, a faixa de Wladimir M. mas também a editora de Craig -, diz tudo com as palavras “I’m the master…” sussurradas logo no início. Viagem estimulante por um universo de batidas desformatadas em torno da pista de dança.











