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The Dolls
Excellent condition. 2005 album.
Craig Armstrong, o pianista, o fazedor de bandas-sonoras, é a nova companhia de Delay e AGF. Ouviu Antye e ficou deslumbrado, convidando-a a cantar no seu segundo álbum a solo, «As If To Anything». Alguma da cumplicidade foi reencaminhada para palco e ficou o desejo de prolongar a colaboração. Para a gravação do seu álbum seguinte, «Piano Works», Armstrong escolheu justamente o estúdio de Delay em Berlin, e o óbvio aconteceu. Gravaram quilométricas horas de estúdio, artilharam o Steinway & Sons com tudo o que puderam, e foram delapidando tudo durante quase um ano e meio. São histórias ainda (pela voz de AGF), são estruturas rítmicas que nem sempre encaixam convinientemente (pela arte de Delay), e são ainda pinceladas românticas sobre isto tudo (por Armstrong). Se o início revela tudo aquilo que esperamos (voz+electrónica+piao) sem que o resultado origine um novo corpo, à medida que o tempo passa em «The Dolls» vamos tomando conta do banho de imersão corrosivo do trio, que em «Collect The Blue» ensaia na perfeição pop artificial e «Star-Like» ilustra um épico fusionista entre todas as partes da equação. Até ao fim, mais bons de exemplos de electrónica ambiental feita de colagens manuais, ritmo em constante desafio métrico e pop em estado criogénico. São nos momentos de alucinação colectiva que o recheio de «The Dolls» é inebriante.
Craig Armstrong, o pianista, o fazedor de bandas-sonoras, é a nova companhia de Delay e AGF. Ouviu Antye e ficou deslumbrado, convidando-a a cantar no seu segundo álbum a solo, «As If To Anything». Alguma da cumplicidade foi reencaminhada para palco e ficou o desejo de prolongar a colaboração. Para a gravação do seu álbum seguinte, «Piano Works», Armstrong escolheu justamente o estúdio de Delay em Berlin, e o óbvio aconteceu. Gravaram quilométricas horas de estúdio, artilharam o Steinway & Sons com tudo o que puderam, e foram delapidando tudo durante quase um ano e meio. São histórias ainda (pela voz de AGF), são estruturas rítmicas que nem sempre encaixam convinientemente (pela arte de Delay), e são ainda pinceladas românticas sobre isto tudo (por Armstrong). Se o início revela tudo aquilo que esperamos (voz+electrónica+piao) sem que o resultado origine um novo corpo, à medida que o tempo passa em «The Dolls» vamos tomando conta do banho de imersão corrosivo do trio, que em «Collect The Blue» ensaia na perfeição pop artificial e «Star-Like» ilustra um épico fusionista entre todas as partes da equação. Até ao fim, mais bons de exemplos de electrónica ambiental feita de colagens manuais, ritmo em constante desafio métrico e pop em estado criogénico. São nos momentos de alucinação colectiva que o recheio de «The Dolls» é inebriante.
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Excellent condition. 2005 album.
Craig Armstrong, o pianista, o fazedor de bandas-sonoras, é a nova companhia de Delay e AGF. Ouviu Antye e ficou deslumbrado, convidando-a a cantar no seu segundo álbum a solo, «As If To Anything». Alguma da cumplicidade foi reencaminhada para palco e ficou o desejo de prolongar a colaboração. Para a gravação do seu álbum seguinte, «Piano Works», Armstrong escolheu justamente o estúdio de Delay em Berlin, e o óbvio aconteceu. Gravaram quilométricas horas de estúdio, artilharam o Steinway & Sons com tudo o que puderam, e foram delapidando tudo durante quase um ano e meio. São histórias ainda (pela voz de AGF), são estruturas rítmicas que nem sempre encaixam convinientemente (pela arte de Delay), e são ainda pinceladas românticas sobre isto tudo (por Armstrong). Se o início revela tudo aquilo que esperamos (voz+electrónica+piao) sem que o resultado origine um novo corpo, à medida que o tempo passa em «The Dolls» vamos tomando conta do banho de imersão corrosivo do trio, que em «Collect The Blue» ensaia na perfeição pop artificial e «Star-Like» ilustra um épico fusionista entre todas as partes da equação. Até ao fim, mais bons de exemplos de electrónica ambiental feita de colagens manuais, ritmo em constante desafio métrico e pop em estado criogénico. São nos momentos de alucinação colectiva que o recheio de «The Dolls» é inebriante.
Craig Armstrong, o pianista, o fazedor de bandas-sonoras, é a nova companhia de Delay e AGF. Ouviu Antye e ficou deslumbrado, convidando-a a cantar no seu segundo álbum a solo, «As If To Anything». Alguma da cumplicidade foi reencaminhada para palco e ficou o desejo de prolongar a colaboração. Para a gravação do seu álbum seguinte, «Piano Works», Armstrong escolheu justamente o estúdio de Delay em Berlin, e o óbvio aconteceu. Gravaram quilométricas horas de estúdio, artilharam o Steinway & Sons com tudo o que puderam, e foram delapidando tudo durante quase um ano e meio. São histórias ainda (pela voz de AGF), são estruturas rítmicas que nem sempre encaixam convinientemente (pela arte de Delay), e são ainda pinceladas românticas sobre isto tudo (por Armstrong). Se o início revela tudo aquilo que esperamos (voz+electrónica+piao) sem que o resultado origine um novo corpo, à medida que o tempo passa em «The Dolls» vamos tomando conta do banho de imersão corrosivo do trio, que em «Collect The Blue» ensaia na perfeição pop artificial e «Star-Like» ilustra um épico fusionista entre todas as partes da equação. Até ao fim, mais bons de exemplos de electrónica ambiental feita de colagens manuais, ritmo em constante desafio métrico e pop em estado criogénico. São nos momentos de alucinação colectiva que o recheio de «The Dolls» é inebriante.
$8.70
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Excellent condition. 2005 album.
Craig Armstrong, o pianista, o fazedor de bandas-sonoras, é a nova companhia de Delay e AGF. Ouviu Antye e ficou deslumbrado, convidando-a a cantar no seu segundo álbum a solo, «As If To Anything». Alguma da cumplicidade foi reencaminhada para palco e ficou o desejo de prolongar a colaboração. Para a gravação do seu álbum seguinte, «Piano Works», Armstrong escolheu justamente o estúdio de Delay em Berlin, e o óbvio aconteceu. Gravaram quilométricas horas de estúdio, artilharam o Steinway & Sons com tudo o que puderam, e foram delapidando tudo durante quase um ano e meio. São histórias ainda (pela voz de AGF), são estruturas rítmicas que nem sempre encaixam convinientemente (pela arte de Delay), e são ainda pinceladas românticas sobre isto tudo (por Armstrong). Se o início revela tudo aquilo que esperamos (voz+electrónica+piao) sem que o resultado origine um novo corpo, à medida que o tempo passa em «The Dolls» vamos tomando conta do banho de imersão corrosivo do trio, que em «Collect The Blue» ensaia na perfeição pop artificial e «Star-Like» ilustra um épico fusionista entre todas as partes da equação. Até ao fim, mais bons de exemplos de electrónica ambiental feita de colagens manuais, ritmo em constante desafio métrico e pop em estado criogénico. São nos momentos de alucinação colectiva que o recheio de «The Dolls» é inebriante.
Craig Armstrong, o pianista, o fazedor de bandas-sonoras, é a nova companhia de Delay e AGF. Ouviu Antye e ficou deslumbrado, convidando-a a cantar no seu segundo álbum a solo, «As If To Anything». Alguma da cumplicidade foi reencaminhada para palco e ficou o desejo de prolongar a colaboração. Para a gravação do seu álbum seguinte, «Piano Works», Armstrong escolheu justamente o estúdio de Delay em Berlin, e o óbvio aconteceu. Gravaram quilométricas horas de estúdio, artilharam o Steinway & Sons com tudo o que puderam, e foram delapidando tudo durante quase um ano e meio. São histórias ainda (pela voz de AGF), são estruturas rítmicas que nem sempre encaixam convinientemente (pela arte de Delay), e são ainda pinceladas românticas sobre isto tudo (por Armstrong). Se o início revela tudo aquilo que esperamos (voz+electrónica+piao) sem que o resultado origine um novo corpo, à medida que o tempo passa em «The Dolls» vamos tomando conta do banho de imersão corrosivo do trio, que em «Collect The Blue» ensaia na perfeição pop artificial e «Star-Like» ilustra um épico fusionista entre todas as partes da equação. Até ao fim, mais bons de exemplos de electrónica ambiental feita de colagens manuais, ritmo em constante desafio métrico e pop em estado criogénico. São nos momentos de alucinação colectiva que o recheio de «The Dolls» é inebriante.











