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The Disintegration Loops (Arcadia Archive Edition)

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The Disintegration Loops (Arcadia Archive Edition)

The Disintegration Loops (Arcadia Archive Edition)

Edição numerada.

Há um antes e depois de The Disintegration Loops. Quando foram originalmente editados, entre 2002-2003, eram música de nicho. Com o tempo os “The Disintegration Loops” foram entrando na cabeça de mais gente e foram mostrando a importância do tempo na música e de como o trabalho de Basinski é irrepetível. O norte-americano editou muita música depois de “The Disintegration Loops” mas nenhum terá o impacto e a importância destes quatro álbuns. Não é uma questão de melhor ou pior, mas de impacto. Os “The Disintegration Loops” são um marco porque surgiram num tempo de mudança - as capas originais eram stills de filmagens que Basinski fez do seu terraço do 11 de Setembro -, do mundo, mas também como encaramos o presente e o futuro: como o olhar para trás se tornou uma obrigação, a memória prevaleceu como um bem valioso para gostarmos das coisas. Parte disto é uma questão de evolução, algo ali mudou para quem nasceu nos 1970/1980s, a cultura pop começou a replicar-se como em nenhum outro momento, e a questão do que é original passou a ter outros revestimentos. Num outro plano, confirmou-se que podíamos existir para lá do ano 2000, ou seja, a tensão pré-milenar desapareceu. Surgiu outra coisa. Na música olhar para o passado tornou-se essencial, até para compreender a música que era - dizia-se - do futuro. Ainda hoje se faz. “The Disintegration Loops” materializou algo que ainda nem sequer existia, que ainda se estava a criar, a contextualizar, a teorizar. É importante perceber que não criou algo. O que fez, sim, foi dar forma a algo que não percebíamos, não conseguíamos verbalizar e que, na altura, ouviu-se apenas como uma onda de choque. Já relevante na altura, um pilar hoje, 25 anos depois, quando os “The Disintegration Loops” já não são só música, uma ideia que saiu de fitas antigas, mas um dos mais belos manifestos sonoros que existem, que expressa algo que fisicamente todos passamos: ouvir isso ainda, anos depois, ainda bate, arrepia. Uma das peças musicais mais importantes deste século, tudo reunido numa caixa, em CD ou LP, com uma nova masterização de Josh Bonati e liner notes de Laurie Anderson.

$95.43

Original: $272.67

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The Disintegration Loops (Arcadia Archive Edition)

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Edição numerada.

Há um antes e depois de The Disintegration Loops. Quando foram originalmente editados, entre 2002-2003, eram música de nicho. Com o tempo os “The Disintegration Loops” foram entrando na cabeça de mais gente e foram mostrando a importância do tempo na música e de como o trabalho de Basinski é irrepetível. O norte-americano editou muita música depois de “The Disintegration Loops” mas nenhum terá o impacto e a importância destes quatro álbuns. Não é uma questão de melhor ou pior, mas de impacto. Os “The Disintegration Loops” são um marco porque surgiram num tempo de mudança - as capas originais eram stills de filmagens que Basinski fez do seu terraço do 11 de Setembro -, do mundo, mas também como encaramos o presente e o futuro: como o olhar para trás se tornou uma obrigação, a memória prevaleceu como um bem valioso para gostarmos das coisas. Parte disto é uma questão de evolução, algo ali mudou para quem nasceu nos 1970/1980s, a cultura pop começou a replicar-se como em nenhum outro momento, e a questão do que é original passou a ter outros revestimentos. Num outro plano, confirmou-se que podíamos existir para lá do ano 2000, ou seja, a tensão pré-milenar desapareceu. Surgiu outra coisa. Na música olhar para o passado tornou-se essencial, até para compreender a música que era - dizia-se - do futuro. Ainda hoje se faz. “The Disintegration Loops” materializou algo que ainda nem sequer existia, que ainda se estava a criar, a contextualizar, a teorizar. É importante perceber que não criou algo. O que fez, sim, foi dar forma a algo que não percebíamos, não conseguíamos verbalizar e que, na altura, ouviu-se apenas como uma onda de choque. Já relevante na altura, um pilar hoje, 25 anos depois, quando os “The Disintegration Loops” já não são só música, uma ideia que saiu de fitas antigas, mas um dos mais belos manifestos sonoros que existem, que expressa algo que fisicamente todos passamos: ouvir isso ainda, anos depois, ainda bate, arrepia. Uma das peças musicais mais importantes deste século, tudo reunido numa caixa, em CD ou LP, com uma nova masterização de Josh Bonati e liner notes de Laurie Anderson.

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